Wild Blood: O rei corno, o amigo safadinho e a feiticeira maldita.

Às armas soldados do Armada Nerd, eu sou Tiago Ornelas, o Sr. Armada e agora estamos mais organizados do que nunca! Toda quarta-feira ao meio dia EM PONTO você vai ter publicado minha coluna, não vertebral (BA DUM TSS) , mas essa em que eu falo de RPG, livros, filmes, quadrinhos e nerdices em geral, afinal.. a coluna é minha não é verdade?

Então, vamos começar com esta baboseira! Bota na tela!

O recado agora é para os meus amigos que estão ligados no mundo geek e estão sempre com seus smartphones e tablets na mão, seja iOS ou Android.Como já recomendei a vocês no Armada Cast #2, um dos jogos mais fodas dos últimos tempos para o segmento, foi lançado pela Gameloft, e não foi simplesmente mais um jogo dessa grandiosa franquia de portáteis, foi o primeiro a ser feito com “Unreal Engine”, e essa nova parceria mostrou dar resultados que agrada a quem olhar, como você pode ver nas imagens que cuidadosamente estou colocando para vocês.

No mais clássico estilo Hack ‘n Slash de God of War, Wild Blood, ou Sangue Selvagem, se mostra com uma jogabilidade totalmente intuitiva, cheia de opções e variações, entre armas, poderes e combos. O que torna incrivelmente o ato de matar muitos monstros nada cansativo. Algo realmente presente no jogo.

A história que te envolve te convence de que você deve matar muitos monstros e o cenário do jogo favorece para tornar o enredo convincente e o fácil envolvimento do jogador com a situação e a encreca que Lancelot, o personagem que você vive, se encontra.

Enquanto Lancelot estava fora do reino, Rei Arthur descobre a traição dele com sua amada Guinevere. Tomado pela loucura ao descobrir da traição, Arthur joga tudo que tem pelos ares atrás de vingança com Lancelot, e vai atrás de uma feiticeira de nome Morgana (que há muito esperava o momento para botar em pratica planos diabólicos que feiticeiras chamadas Morgana sempre têm) para que esta abrisse as portas do inferno para transformar o lugar que Lancelot vive no caos. Mas aí você pensa. Apenas a casa de Lancelot, sua kitnet? Não, meu amigo, rei Arthur está bolado a ponto de chamar os capetas pra jantar e comer a galera do seu reino!

Logo, quando Lancelot chega, ele dá de cara com todos aqueles demônios e é aí que você entra na pele do sujeito e começa a se virar, em busca de fujir da cidade, encontrar o mago Merlin para que ele possa te ajudar e depois ajudar o mesmo a encontrar as chaves para fechar o portão do inferno e derrotar Morgana e Arhur. Ufa!

O mais interessante é que o jogo se passa em um cenário totalmente apocalíptico, repleto de cidades destruídas e locais infestados por demônios e seres do submundo. Os gráficos macabros e góticos deixam claro que você não está em território amigável.

Voê quase nunca encontra com humanos, exceto quando alguns amigos guerreiros salvam sua vida enquanto passavam correndo desesperados. (Perdidos e sobreviventes como Lancelot), esse enredo te prende de uma maneira incrível e você acaba por pegar os problemas de Lancelot pra si. E prepare-se pra resolover todos os problemas do sujeito no peito, na porrada!

Wild Blood não é o tipo de jogo que você vai parar em frente ao seu tablet e ficar raciocinando. Vai ser o tipo de jogo que vai fazer você perder horas enfiando seus dedos frenticamente no touch screen para matar aquele maldito boss que parecia imortal a cada milímtro de dano que você tira na barra. Ou ficar rodando com seu arco e flecha acertando no moob antes que ele te acerte como estrategia secundaria (Vai uma dica, caso não consiga matar um boss, sempre tente fazr essa estrategia, funcionou comigo. Acredito que se voce se especializar em arqueirismo, que não foi meu caso, você pode se dar bem, pois na maioria das vezes não é tão difícil se manter longe dos monstros e atirar, e o sistema de mira você acostuma fácil)

O jogador pode escolher entre três armas que vai conseguindo ao decorrer das primeiras missões. Uma espada de duas mãos, um arco e dois machados. Você não compra seus itens, além de poções, e seus equipamentos vão mudando a partir que você compra atributos. Exemplo: seu arco mudará quando você comprar melhoria de dano em arqueirismo, por exemplo.

Outra coisa que mostra a liberdade no ogo é o fato de você não escolher classe, você criá-la, sua classe vai sendo formada através de sistema de “peles”, a medida que você vai aprimorando os atributos que mais lhe agrada no seu personagem.

Durante o jogo acontece uma mudança brusca no nível de dificuldade no encontro com Rei Arthur, onde você antes era pouco exigido e de uma hora pra outra passa a ter uma incrível tarefa a ser cumprida, e se você não tiver segurado seus caprichos lá trás, comprado poções demais e aumentado demais seu ataque só porque aquela arma era bonitinha, você vai estrepar bem aqui. O combate com o rei Arthur e os subsequentes exigem do personagem muita resistência física e pontos de vida, então se prepare, mesmo que seu personagem esteja matando muito bem nos níveis anteriores. Aprimore sua defesa antes de tudo!

O melhor de tudo, caros amigos, que depois que você termina o jogo, seu persongam já está em um nível muito bom, e você já criou aquele famoso carinho especial por ele, além de já estar acostumado a matar tanta gente. Agora, vem a melhor parte. Que tal matar players de verdade?

Desde o início do jogo, você tem a opção multiplayer, bem como a opção PvP. Aconselho você zerar o jogo, que não é grande, pra depois se divertir pra caramba nas arenas matando “gente de verdade”, vou colocar abaixo um vídeo para o deleite de vossas senhorias…

Um grande abraço do seu coleguinha Sr. Armada, e vejo vocês amanhã, com o segundo episódio do meu conto, domingo com o Armada VIdeo Cast e quarta que vem novamente!

Um grande abraço! Live long and prosper!

 

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