Hemet Zamael, o Ilusionista #4

Taverna

Avante aos gritos de batalha dos outros guerreiros e com a dança sinistra do monge o Bardo começa a tocar seu bandolim. Uma aura emanava do instrumento enquanto o guerreiro e o clérigo sentiam uma inspiração intrínseca a eles. Eles não sabiam o motivo mas, ao ouvir as belas notas do bandolim ambos tinham vontade da batalha. O monge desaparece do campo de visão.

O Clérigo em meio a musica abençoa a todos os combatentes com uma magia divina, contribuindo também para o combate.

O Guerreiro aos berros parte em direção aos mortos vivos. Este se destacava a todos, fora o único que partira em direção à sete zumbis sozinho, mas é claro com a cobertura de seus companheiros de batalha.

Ao cortar o flanco esquerdo de um dos inimigos, o Guerreiro adianta o passo e decapita outro. Após o ataque, cobrindo o lado direto o Clérigo avança e atinge com sua maça outro zumbi, mas o golpe não foi suficiente para derrota-lo.

Zamael olhando a situação cria uma Imagem Silenciosa ao lado esquerdo do Guerreiro. A imagem continha uma cópia idêntica do Guerreiro entretanto sem qualquer cheiro ou som. Ela se movimentava sinuosamente, não portanto armas nem demonstrando posição do combate. Era uma magia para iniciantes e muito arriscada, mas o Ilusionista acreditava nos seus poderes. Dois zumbis tentam acertar a imagem e não conseguem.O objetivo de Zamael foi conseguido, desviou a atenção de dois inimigos a favor do Guerreiro.

O Guerreiro salta e acerta o mesmo zumbi que o Clérigo e o elimina.

Uma das criaturas acerta o Clérigo. O som abafado do soco ao entrar em contato com a armadura faz o Clérigo urgir de dor. Fora um golpe desferido nas costelas.

O feitiço do mago se desfaz após alguns segundos, tempo suficiente para o Guerreiro e Clérigo se recomporem e irem em direção aos quatro últimos inimigos próximo a eles. Haviam muito mais que sete deles em Valoria.

Antes de chegarem Hemet Zamel cita palavras de Brast, o Senhor do Fogo. Um cone de chamas salta de globo carbonizando os quatro inimigos restantes.

Aikor empunha o simbolo de Pêlor e com palavras divinas, um clarão da cor do sol surgi indo em direção aos mortos vivos. Terminando de carboniza-los. O combate havia terminado e a pequena vitória era dos vivos.

Obstante a situação o bardo para de cantar e observa que mais inimigos cobrem todo o patio da cidade, logo todos estariam cercados.

– Temos que fugir! São muitos inimigos, temos que bater em retirada!

– Pelos Deuses, são muitos! Não vamos conseguir derrotar todos por agora! Estamos em menor numero. Diz o Aikor, o Clérigo.

De repente, uma voz surge dos escombros da taverna. Era Moz, com um ferido na cabeça mas totalmente consciente. Diferente de outros que sem possuir nenhum ferimento estavam desmaiados de bêbado nas dependências do que sobrou da taverna.

– Jovens! Já nos defenderam demais! Vamos para o meu alçapão! Corram!

Os combatentes sem pensar duas vezes obedecem Moz e partem em direção novamente a grande taverna.

– Há uma passagem que a muito tempo não fora usada, nem por mim, nem por ninguém. Acho um bom momento para utilizarmos o subterrâneo de Valoria, que as mesmas ruas que se tem em terra se tem abaixo dela.

Moz arrasta o balcão da taverna e abre uma tampa ao solo. Havia uma entrada escura, só se dava para visualizar os primeiros degraus de uma escada.

9 S. José das Taipas 011-001

– Temos que levar esses bêbados insolentes conosco. Seus apetrechos pelas bebidas não devem custar suas vidas, me ajude você! Dizia o Aikor para o Guerreiro.

– A proposito meu nome é Gideon e irei ajuda-lo com prazer, mas que sejamos rápidos! Não quero arriscar meu traseiro por causa desses bebuns!

– E o meu é Talessin, o Bardo. Levantando um bebum pelas costas.

Rapidamente todos os bêbados que estavam na tavena foram juntos para dentro do alçapão.

Todos aqueles. Taverneiro, bêbados e aventureiros estavam a salvo.

Mas por quanto tempo?

~CobWeb~

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