Por onde vai o conhecimento?

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Se olharmos para o rosto de um individuo qualquer o que vamos observar?

Os olhos, cabelos, nariz, orelhas, cor da pele, brincos, pintas, rugas, sobrancelhas e tudo mais!

Talvez até julgar qual o sexo, de acordo com as características e utensílios que observarmos!

Se realizarmos a mais superficial das secções, a retirada da pele (derme e hipoderme) o que vamos enxergar?

Encontraremos as fáscias, músculos, nervos, glândulas, linfonodos, artérias, veias e vasos linfáticos.

E ai, não iremos mais saber se é homem ou mulher.

Todas estas estruturas são responsáveis pela arquitetura não só do rosto, mas de todos os nossos segmentos corpóreos. Estas estruturas vão estar presentes em qualquer parte do nosso corpo, agindo de acordo com os processos fisiológicos e fisiopatológicos.

Mas o que difere da cabeça? Afinal, o que temos na cabeça?

Se continuarmos as dissecações e retirarmos todas essas estruturas citadas, encontraremos uma superfície lisa, em forma de abobada, com irregulares suturas, entretanto contínuas, ligando osso por osso até formamos o crânio. Uma estrutura em toda sua complexidade, rígida, feita principalmente de cálcio.

Em sua forma compacta e esponjosa, o crânio abriga e protege o encéfalo.

– Tá bom, mas o que é isso?

O encéfalo em suas várias divisões, cada área com suas funções, possuem um componente similar. Componente similar este chamado de neurônio. Os neurônios são responsáveis por gerar e transmitir impulsos elétricos, também chamados de impulsos nervosos. As transmissões de impulsos são trocas de informações que acontecem na fenda sináptica. Trocas de informações através da química, que dependendo da substância, seja ela a histamina, epinefrina, acetilcolina, glutamato entre outros, atingimos alvos específicos.

Essas informações não só alteram nossas respostas ao meio externo ou interno. Mas também nos conectam ao meio que nos cerca, que nós da sensibilidade e a capacidade de movimentar.

E não somente capazes de sentirmos e movimentarmos, conseguimos pensar.

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E com o pensamento, nós crescemos. Evoluímos.

Evoluímos através do conhecimento!

Esta imagem representa não só a comunicação entre os neurônios.

Esta sinapse é a representação de como nós conseguimos crescer. Tornarmos melhores. Mais hábeis.

Inteligentes.

O conhecimento adquirimos na Universidade.

O conhecimento é imutável e nós o evoluímos dentro de nós mesmos com os estímulos, esforços e a vontade de nos tornarmos melhores.

Alexandre Batista – CobWeb

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