Tempo de reativar e mudar a Armada

As aaaaarmas soldados da Armada Nerd. Essa frase deixou saudades né povo?

Mais uma vez venho pedir desculpas aos prezados soldados de armada e dar mais uma desculpa esclarecer o porque de desativarmos a armada de novo.

Bom, além das desculpas motivos de sempre, faculdade, falta de tempo e etc. como vcs devem saber, eu to fazendo TG (tiro-de-guerra) e isso me ocupa boa parte da manha.Acordar 4:00 todo dia é dureza galera. Além disso, os métodos que nós adotamos era muito improdutivo.

Usávamos o fraps, a cada 5 min de video rendia 5GBs, um tamanho considerável pro meu HD ja esgotado, brincando gastava 20 a 30GBs por GP. Alem disso, usava o AGK (Auto gk) para a compactação. Embora ficasse muito reduzido o tamanho do video e sacrificar quase nada da qualidade, ainda sim pra minha net era quase enviavel o up.

Então houve luz, mudarmos a Armada para um método que fosse mas eficaz o que já nos era óbvio, porém não sabíamos como ainda. Por esses dias nos veio a ideia de realizar streams.

Através então do twitch tv estamos fazendo streams dos jogos que temos, atualmente eu, Forseti estou fazendo do Far Cry 3 e Assassin’s Creed IV: Black Flag, ficando lá mesmo arquivados os streams e, sem horas marcadas (quando eu tiver jogando) vcs podem ter a sorte de assistir as streams ao vivo (talvez 1 min de delay). Quando eu zerar o jogo vou fazer a review dele, pois realmente vale a pena. E por fim, quando eu e o Sr. Armada não tivermos nenhum jogo novo vamos fazer streams do LoL (nosso vicio mais duradouro dos últimos tempos) mostrando a nossa adrenalina in game, nossos cagaços, nossos apertos, nossa sorte e nossas jogadas friamente calculadas, tudo isso registrado nos anais da ArmadaNerd.

Segue o canal pra vcs nos assistirem.

http://www.twitch.tv/armadanerd

Anúncios

Monday Night Gaming – Assassin’s Creed III

As aaaaaarrrrmas soldados da armada nerd, FINALMENTE, depois de meses prometendo, aqui está mais um Monday Night Gaming, trazendo pra vocês Assassin’s Creed III, editado as pressas, e como a primeira edição minha (Forseti) não ficou muito boa. Pra quem quiser curtir a parte “boa” do video pula pra 19:00 min que é quando começa os combates.

 

https://www.youtube.com/watch?v=erqQD-7hJi4

# Dissertando com Forseti # Assassins Creed BH, RV e III

As aaaarmas soldados da armada nerd, hoje, como o titulo diz, vou dissertar sobre os jogos restantes da franquia que eu disse que estava baixando e que prometia muito. Também vou usar o novo formato de dissertação que havia dito no post anterior pra melhorar a leitura da galera pois estava ficando GIGANTESCO os  reviews. Vamos lá.

Em notas de 0 a 10

Jogabilidade:

BH (8.0) RV (9.5) III (10)

Em ACBH, o motivo da nota ser essa é por causa dos roubos. A Ubi mesclou os botoes de andar rápido (não é correr) e roubo, toda vez que se topava com um cidadão nesse modo acabava roubando-o o que aumentava o nível de procurado acidentalmente. Em ACRV, com a implementação da lamina oculta de gancho aumentou significativamente a quantidade de movimentos em combates e escaladas incluindo até mesmo um modo de tirolesa entre telhados. Em ACIII a quantidade de movimentos se tornou absurda, no que diz a escalada, até onde joguei diminuiu drasticamente em relação a BH e RV. Mas os combates… Mesmo o Sr Armada, difícil de se convencer a jogar algum jogo que eu gosto (ele sabe que é verdade) ao ver uma palinha de 40 segundos de combate se surpreendeu com o realismo in game.

Gráficos:

BH (9.0) RV (10) III (10)

Bom, na questão gráfica, tomei a liberdade de inserir as roupas de época ao quesito, bem como a arquitetura das cidades pois o gráfico em si não teve grandes alterações.

Em ACBH, as roupas não mudaram muito em relação ao ACII, embora as armaduras parecem melhor elaboradas, detalhadas e tudo mais, a arquitetura pouco mudou e as vestes civis quase não sofreram alterações.

Em ACRV surpreendeu no que diz ao quesito abordado acima. Toda a arquitetura, extremamente condizente e realista (imagino eu) à Constantinopla no ano de 1511 (ou Istambul), bem como as vestes dos assassinos e dos guardas (esta sim, os janízaros com suas máscaras negras e os chapéus com uma estrutura semelhante a chifres, encontrar um na rua e ser atacado era problema, foda matar) e os saris, desde os mais simples da plebe, aos mais elaborados, coloridos e adornados dos burgueses. Alem disso, o gráfico no que diz respeito ao rosto dos personagens, melhorou drasticamente. Primeiro tirou aquela cara lisa feiosa do Desmond do Ezio. Segundo, que chega o peso da idade para o nosso querido Ezio, as rugas, os poros, a barba, extremamente realistas.

Em ACIII, a arquitetura não é tão surpreendente, afinal, já é um tempo mais recente, numa cultura mais popular, pra ser exato, 1754, Boston, então, as casas são bem parecidas com aquelas casinhas americanas dos filmes da globo (é pra acabar) com sótão e aquela coisa afrescalhada toda. Porém as roupas, são extremamente condizentes, desde os casacas vermelhas (guarda britânica) e os penteados e tudo mais. Além é claro, do gráfico “fino”, no que diz respeito ao rosto dos personagens, maior detalhamento das barbas (maior quantidade de pelos ao invés de um borrão) além do aprofundamento no que diz respeito aos traços herdados de seus antecedentes históricos, como Haytham Kenway (O Templário do ACIII) ter um traço extremamente condizente com sua origem Britânica(rosto quadrado, queixo largo, nariz maior, lábio fino, voz mais grave, a beira da falha ou rouquidão)

Som

ACBH (x) ACRV (7.0) ACIII (8.0)

No que diz respeito ao som de ACRV, o som da lamina oculta com gancho é bem realista, os sons de combates também, mas o que peca, como nos outros jogos, é uma trilha sonora consistente, a musica é geralmente baixa e só se torna alta o suficiente para percebê-la durante combates e sincronizações em torres.

Em ACIII, não recebe nota maior pelo mesmo fato, porém, em combate a musica fica ótima (mas até agora eu percebi que é só uma) e o barulho dos tiros poderia ser mais grave (não sei porque, mas até hoje, o melhor barulho de tiro de mosquete e canhão que eu ouvi foi em AoE III)

Sistema:

ACBH (10) ACRV (10) ACIII (9.5)

Em ACBH, aconteceu exatamente o que eu queria que acontecesse, foi melhor explorado o sistema de gerenciamento de vila, mas dessa vez na proporção de uma cidade inteira (Roma), embora sejam as mesmas lojas, o fato do numero delas ter aumentado consideravelmente já tá valendo. Conta também com um sistema de assassinos primitivo (em relaçao a ACRV), onde é possível upa-los e equipá-los de certa forma.

Em ACRV mudou a loja de artes para uma livraria, o sistema de uso da lamina oculta com gancho permitiu uma gama enorme em escaladas e assassinatos, como atrasar um guarda tampando-o no chão (até se levantar você pode ir atacando outros) e em esquinas de casas onde há algum lampião (aqueles que ao segurar você faz a curva) foi possível dar-lhe uma “ganchada” e aumentar consideravelmente seu salto em linha reta (ao invés de fazer a curva). Conta com um sistema de assassinos mais complexos, que podem ir até o nível 15 e protegem, se assim forem designados, os esconderijos dos assassinos alem da possibilidade de dar-lhes capuzes e mascaras (gostaria que o Ezio pudesse usar uma máscara também =/ )

Em ACIII, até onde joguei, o sistema tático (mapa) diminuiu drasticamente, se reduzindo a apenas uma loja (ainda não o joguei o suficiente para saber se há algo a mais para frente), porém, em contrapartida, o sistema de combate aumentou na mesma proporção devido ao fato de ter recriado (perdido desde ACI) a sincronia entre jogador e movimento das personagens como o sistema de defesa modificado (agora segurar o “E” botão padrão de defesa, resulta no desvio do golpe, pressioná-lo no meio do golpe oponente, bloqueia, e ao atacar durante bloqueio, contra-ataca) e o sistema multi-combo onde é possível, se dois guardas atacarem simultaneamente, bloqueando 1 e o contra-atacando imediatamente, mostra a sequencia de movimento para matar ambos.

Edit1: Errata: eu não havia jogado o suficiente para saber que o sistema é bem mais complexo, agora, através de quests secundarias, vc desbloqueia novos estabelecimentos em sua fazenda fazendo com que os artesãos, mineiros, caçadores, lenhadores etc etc etc. possam manufaturar itens mais elaborados e através do sistema de comboio terrestre ou naval, é possível exportá-los a outras regioes, dependendo da mercadoria e do lugar, gera o risco de ataque aos comboios e voce deve protegê-los ou perde todo o lucro

História:

ACBH (10) ACRV(10) ACIII (10)

Em ACBH, conta como o Tio Mário (tio de Ezio Auditore) morre nas mãos de César (filho de Rodrigo de Borgia, o papa do ACII) e a trama por trás da vingança de Ezio que novamente entra pra matar meio mundo antes de César.

Em ACRV, Ezio com idade aproximada de 52 anos vai atrás das chaves da biblioteca de Altair. A medida que vai encontrando as chaves, ele descobre como Altair foi como líder da guilda, seus desafetos, tendo a mulher e o filho sido assassinados pela própria irmandade e finalmente sua vingança aos 82 anos. O abandono da fortaleza de Masyaf devido a invasão mongol e sua triste morte. (pow, aquela morte pro Altair foi foda, mas paguei pau).

Em ACIII, Haytham Kenway o personagem principal do inicio do jogo é um TEMPLÁRIO (li direito? sim, você leu). Numa reviravolta nível supremo, você descobre que Haytam Kenway é um templário, e que é um dos ancestrais de Desmond Miles, e que seu filho, Connor Kenway será o assassino da série ACIII e iniciará uma caçada contra seu próprio pai. No processo, como os templários são de origem britânica nesse jogo, inevitavelmente você se envolve na revolução americana revivendo os momentos épicos da revolução como a Festa do Chá de Boston e o conflito de Lexington que foi o conflito armado em que os colonos começaram a se organizar militarmente (historia nível épico)

Bom, parece que fracassei no que diz respeito a diminuir o tamanho do Dissertando com Forseti, mas é impossível não falar muito nesse game, alem disso, ao menos dividi melhor o tópico no quesitos do jogo.

# Dissertando com Forseti # Assassin’s Creed I e II #

As Aaaaarmas soldados da Armada Nerd.

Bom, como um bom site nerd (ou não) é OBVIO que alguém deve falar sobre jogos, como sou o pioneiro por aqui na armada nerd, creio que esse cargo será incumbido a mim xD.

Além disso creio eu que esse será o titulo dos meus posts relacionados a isso, Dissertando com Forseti e o assunto em questão.

Mas vamos lá.

Hoje falaremos sobre um jogo que virou febre no mundo todo, um fenômeno de audiência (se é que posso usar esse termo para um jogo) e que realmente me surpreendeu em quase todos os quesitos que considero relevantes.

#Jogabilidade#

A jogabilidade de Assassin’s Creed permite uma interação com o cenário NUNCA antes vista. Aos fans da série Prince of Pérsia, meu sincero respeito, mas creio eu que a série não possua uma sincronização gráfica do cenário e a interação com ele tão realista como o do Assassin’s Creed.

Quem ao jogar nunca passou raiva ao tentar subir uma construção por um lado dela e foi obrigado a dar a volta para conseguir subir? ou quando chegou no topo de uma construção levou um golpe e acabou caindo? ou ainda (é infantil mas garanto que todos já fizeram) andaram normalmente com o personagem principal (sem correr ou andar no modo furtivo), todo marrentão e como quem não quer nada enfiou a lamina oculta dentro da costela de alguém?

Bom, todas essas coisas podem ser conferidas na série. Na minha opnião a jogabilidade do Assassin’s Creed 1 era mais “engenhosa” ela requeria mais habilidade, velocidade e sincronia do lado do jogador enquanto que no Assassin’s Creed 2, para aumentar a quantidade de movimentos pré-programados ouve uma certa facilidade como por exemplo o fato de estar pendurado em um prédio logo abaixo de um guarda e com um simples clique o matar e tampá-lo do alto ou ainda ao estar escondido, matar e esconder o corpo do alvo em apenas um clique.

Matar os alvos da história principal de ACI (Assassin’s Creed I) também era mais “complicado” as vezes era necessário limpar a área pra depois conseguir um belo assassinato enquanto no ACII simplesmente poderia matá-lo sem qualquer resistência e apenas depois lidar com os guardas.

Mas foi incrementado diversos elementos que engrandeceram ainda mais o jogo como a lamina oculta dupla que no angulo de visão correto e dependendo da proximidade dos alvos é possível matar 2 ao mesmo tempo. O sistema de dinheiro e diferentes armas e armaduras ao invés de ficar preso em apenas um modelo de arma ou armadura durante todo o jogo e ainda a possibilidade que se passa bem por alto (poderiam ter aprofundado um pouco mais, acho que seria interessante) de gerenciar uma vila e ainda, algo que eu realmente senti falta no ACI e que eu gostei de mais de ter aparecido em ACII, a possibilidade de pegar os corpos, tanto para escondê-los como para distrair outros guardas através de um plano mirabolante.

#Gráficos#

Desde o primeiro jogo eu me surpreendi na questão gráfica. O realismo gráfico proporcionado, em especial ao realismo, intensidade, movimento e todas as outras particularidades da projeção de uma sombra foi a mais interessante experimentada até agora por mim em algum jogo. Quem nunca ficou correndo na mureta de uma muralha e de repente viu a sombra do assassino correndo encima da sombra da mureta da muralha e não contemplou o mínimo desta cena?

Além de todo o realismo dos assassinatos bem como a prova do sangue coletada numa pena branca no ACI, ou ainda as faíscas decorrentes do choque das lâminas, ou ainda o fato do traje de Ezio (personagem principal de ACII) refletir mais por estar molhada ou se sujar se sangue nos braços ao cometer um assassinato com a lamina oculta e uma série de outros elementos que geraram um gráfico bonito, agradável, mas acima de tudo REALISTA. Quem nunca se perguntou ao jogar algum jogo da série o quão as cidades mostradas poderiam ser fiéis no tempo retratado? Quem nunca viu as cidades de Jerusalém, Acre e Damasco e pensou o quanto, no passado, elas poderiam se parecer como no jogo?

#Som#

Os efeitos sonoros do jogo no geral são bons, principalmente em ACI.

A musica que embarga os combates, o som das laminas se chocando, ou quando se choca contra o corpo ou armadura do alvo são extremamente realistas porém, possuem uma variedade muito limitada. Um determinado golpe de espada tem aquele som e terá apenas aquele. As musicas acabam se tornam repetitivas e não possui uma trilha sonora consistente.

Em ACII a trilha sonora é praticamente inexistente. Os lugares em que me marcaram as musicas em ACII foi no momento de sincronia no topo das torres, quando há aquela movimentação panorâmica da câmera. Mesmo em combates não me lembro da música de fundo.

#Efeitos#

Os efeitos são ótimos, se enquadram de certa forma ao quesito gráfico, mas ver o realismo da água, o reflexo na roupa de Ezio, ou as fogueiras a noite (possível ver na missão de Leonardo da Vinci em ACII) bem como o realismo da fuga de carruagem e o uso do morcego voador (esse eu realmente fiquei impressionado, como aquela máquina poderia ser tão perfeita? Se Leonardo chegou a fazê-la, o quão semelhante os movimentos mostrados no jogo poderiam condizer com ela na vida real?)

#História#

Ultimo quesito, e na minha opinião, uma história bem original, onde envolve diferentes eras e todas elas tem um desfecho interessante.

Desmond Miles, é o personagem principal em todos os jogos. Ele, também conhecido como Subject 17 (Cobaia 17) é capturado por uma organização chamada Abstergo no ACI e descobre através de uma maquina capaz de reproduzir memórias gravadas no DNA (Animus), que é descendente de Altair, Membro de uma guilda de assassinos (que realmente existiu no oriente médio naquele tempo e que usavam roupas muito semelhantes a que Altair usou na trama) que viveu no século XII e XIII, cujo o objetivo era matar 9 templários que almejavam os Pedaços do Éden (artefatos com poderes mágicos. É dito que aquele que possuir todos os pedaços obterá o poder para controlar o mundo). Altair mata os 9 Templários até descobrir que Al Mualim, o líder da guilda a qual pertence, é na verdade um dos templários que almejam tal poder e o mata terminando ACI.

Ao sair da maquina Desmond, por ficar muito tempo dentro do Animus começa a adquirir a habilidade dos assassinos, ele aprende a usar a “Visão da Águia” e vê por toda a organização, marcas de sangue criada pelo Subject 16 (Cobaia 16) e descobre que a organização Abstergo, é o nome da instituição formada pelos templários de hoje e, graças as memórias de Desmond, descobriram a localização dos outros Pedaços do Éden e que também é um alvo que deve morrer.

Havia uma assassina infiltrada na Abstergo que consegue tirá-lo de lá e diz que é apenas questão de tempo até que venham atrás dos assassinos e os exterminem.

Agora, Desmond através da experiencia de seus antepassados deve aprender a arte milenar dos assassinos, é então que ele encarna no papel de Ezio Auditore, desde sua ascensão como assassino em ACII até a sua ascensão como líder dos assassinos em ACBH onde ele atacará roma e tentará contra toda a ordem templária da família Borgia e em ACRV em que Ezio, já velho vai pra Constantinopla lutar contra os templários mais uma vez para conseguir as chaves e proteger a biblioteca de Altair, que é dito que nem todo ouro do mundo seria capaz de comprar tais livros.

E finalmente Connor Kenyway em ACIII, um descendente metade Inglês e metade Mohawk (um povo Ameríndio que vivia nos EUA) que se passa na revolução americana e com o próprio Desmond tentando evitar o Apocalipse no ano de 2012.

Eu joguei apenas os 2 primeiros jogos da série, mas ela promete muito. Por isso, aqui estão as screens dos 2 primeiros jogos.

Para aqueles que não estão conseguindo acompanhar as reviews pelo fato de elas estarem MUITO grandes (admito, eu empolgo na bagaça), ja sei uma forma de reduzir drasticamente utilizando os mesmos quesitos e reduzindo a review, então podem espera um conteúdo curto e de qualidade (ou não) na próxima review =D

Continuar lendo

Medieval II Total War

As aaaaarmas soldados da armadanerd, como eu havia dito no post da minha review (ou impressão) do Rome Total War que você pode conferir https://armadanerd.wordpress.com/2012/12/15/impressoes-que-tive-com-total-war/ eu baixei outro jogo da franquia total war que no caso, é o Medieval II Total War.

Na questão de jogabilidade no mapa da campanha não mudou muita coisa. Há diplomatas, assassinos e espiões como em RTW. Más há novidades como as princesas (que podem fazer o papel diplomático também  que podem se casar com pessoas de sua própria facção aumentando a lealdade do general escolhido para casar, ou se casar com um general de outra facção trazendo-o para a sua; os Mercadores, que aumentam os lucros de seu império e subornam mercadores inimigos afim de monopolizar o comercio da região por exemplo; e os padres que posicionados em determinada cidade e/ou região, convertem a população bem como assassina hereges (o assassino pode fazer isso também, mas eh sempre melhor fazer com o padre quando possível para aumentar os pontos de religiosidade do próprio) e podem ser designado a bispos, Cardeais, Cardeais Preferatus e talvez, quem sabe até mesmo ser designado a papa.

Ao invés do Senado, agora eh o Papado e o conselho militar de sua facção é que designam missões. Entre as missões do Papado se incluem a conversão de pelo menos x porcento da região y; mandar guerreiros para uma cruzada (todas as facções católicas recebem o comunicado e ao longo dos turnos mostra o comunicado de participação das facções que aceitaram), matar hereges, combater o jihad (não sei se há essa missão, mas como o jihad é a “Cruzada Muçulmana” há uma probabilidade do Papado mandar combatê-los)

Entre as missões do Conselho Militar estão a dominação do porto ou de tal cidade, combater o jihad (é possível  afinal, são soldados), combater os mongóis (Genghis khan tá presente na parada), estabelecer relações diplomáticas com outras nações dentre outros.

A jogabilidade no mapa de combate não se alterou muito também  Há a cavalaria pesada, a infantaria pesada, a infantaria ligeira, arqueiros, balistas, catapultas, torres de cerco, escadas…

Más há unidades novas, como besteiros e suas variantes e provavelmente outras que ainda não pude ver.

Mas novamente, o realismo foi surpreendente. Diferente de RTW, agora soldados possuem rostos diferentes (na questão variedade, pois a variedade ainda é limitada) diferenças nas vestes, e em alguns exércitos (como exércitos amadores, camponeses) há diferenças até mesmo nos desenhos do escudo (não, não são brasões)

Há também o exército templário. Ao colocar um general e seu exercito em uma cruzada, é possível contratar mercenários cruzados. Após as cruzadas ficam permanentemente em seu exercito, porém, se recusam a lutar contra nações católicas.

Graficamente falando, em relação aos outros jogos da série anterior a esse, o gráfico melhorou violentamente. O efeito das chuvas, das bolas de fogo das catapultas, do aríete em chamas, das roupas que se encharcam em sangue no calor do combate, dentre muitos outros efeitos que na minha opinião e que eu saiba, NENHUMA outra franquia possui, alem dos equipamentos surpreendentemente condizentes com a história, desde elmos simples, de forma chata em protetor nasal, ha elmos elaborados como o “grande elmo” dos templários(dentro de uma mesma tropa, ao invés de todos terem o mesmo modelo de elmo, podem ter 3-5 modelos diferentes), além da variação do formato e desenhos dos escudos, que vão desde escudos redondos, a escudos quadrados, a pequenos e grandes escudos triangulares, e escudos de corpo inteiro (usado por uma variante de besteiros grudado nas costas como um casco de tartaruga na qual viram pro lado do inimigo ao recarregar a besta)

Sem mais, segue algumas screens que fiz:

Como o titulo diz, a pilha de corpos proximo ao portão do lado de dentro da cidade (sim, o exercito do outro lado do portão é meu e eu não tinha botado pra dentro ainda)

Como o titulo diz, a pilha de corpos próximo ao portão do lado de dentro da cidade (sim, o exercito do outro lado do portão é meu e eu não tinha botado pra dentro ainda)

Cavaleiros infantes dos Cruzados e aríete em chamas na tomada da antióquia

Cavaleiros infantes dos Cruzados e aríete em chamas na tomada da antióquia

Choque de lanceiros camponeses e Infantaria Templária com a guarda pessoal  do general inimigo

Choque de lanceiros camponeses e Infantaria Templária com a guarda pessoal do general inimigo

Reparem os escudos nas costas enquanto recarregam as bestas

Reparem os escudos nas costas enquanto recarregam as bestas

Reparem que os escudos ficam voltados para a cidade sob cerco  enquanto recarregam as bestas (eles atacavam unidades sobre as muralhas)

Reparem que os escudos ficam voltados para a cidade sob cerco enquanto recarregam as bestas (eles atacavam unidades sobre as muralhas)

Qualquer comentário sobre o fato das minhas publicações serem na quinta, quinta é véspera de virada, logo, não rola haha.

Impressões que tive com Total War

As aaarmas soldados da Armada Nerd. Então galera, há poucos dias um amigo me indicou o jogo Rome Total War. Há muito tempo eu já tinha ouvido falar, havia pesquisado imagens e tudo mais, mas nunca havia jogado.

Graficamente falando o jogo Rome Total War (o primeiro) não é tão bonito, há jogos com gráficos que eu considero muito superiores como por exemplo Age of Empires III e Warcraft III.

Quanto a trilha sonora não pude me familiarizar muito ainda (eu to jogando ouvindo a trilha do Senhor dos Anéis, no campo de batalha tu pega um gás violento) mas parece ser boa, alguns dizem ser inesquecível.

Quanto a jogabilidade no modo campanha, é extremamente complexa.

Você assume a liderança de uma das 3 casas mais importantes do antigo império romano, os Júlios (vermelho) os Scipiões (Azuis) ou os Brutos (Verdes) e os Romanos (Roxo) vão lhe passando missões através do Senado que você pode ou não cumprir.

Ao cumprir tais missões (Invadir uma cidade, bloquear o porto ou ainda pedir a uma facção fraca a se juntar ao protetorado Romano) o seus status diante do Senado Romano aumentam podendo empregar algum ou alguns membros de sua família a terem cargos importantes no Senado que lhe garante alguns benefícios (geralmente referente ao governo ou influencia)

Quanto mais “moral” você tiver com o senado menos você terá com a plebe e vice-versa. Mas se conseguir “moral” suficiente com a plebe você pode se voltar contra roma e até pode conquista-la se tornando Caesar.

O jogo também possui um sistema de exp muito interessante. Ao encontrar algum inimigo fala a quantidade deles e informa um gráfico de proporção de forças de ambos os exércitos e você decide se quer lutar automaticamente (o Computador te da o resumo da batalha) ou se vai para o campo (onde você controla os exércitos  ou se irá recuar. Se a opção escolhida for a primeira você dificilmente ganha pontos de comando com o general ao ganhar a batalha, ao menos que seja uma vitoria esmagadora. Mas se você controla no campo e obtém uma vitoria esmagadora, não apenas o seu General como todas as suas tropas, podem receber exp dependendo das suas baixas e das baixas inimigas causada em cada tropa.

Mas de tudo nesse jogo, o que me deixou fascinado é o REALISMO em batalha. De todos os jogos que joguei (franquia completa do Age of Empires (e expansões), Warcraft III, Empire Earth, Civilization, entre outros) o que mais me impressionou na questão de realismo em batalha foi Rome Total War (até agora, pois quero baixar ainda o Medieval 2 Total War e Napoleon Total War =D).

Numa batalha em campo aberto, a variedade de unidades é a mesma do outros jogos, mas como você posiciona e locomove essas unidades afetam a batalha como um todo (tenho que estudar mais as praticas no campo pq tah foda). As vezes você se pergunta, por que em todos os jogos de estrategia os lanceiros possuem vantagens vs cavalaria e por que os arqueiros existem se podem ser a unidade mais inútil do jogo.

Eu aprendi a força dos lanceiros vs cavalaria da pior forma. Devido a formação dos lanceiros (que você pode alternar no jogo) eles fazem a formação da falange Espartana (aquela formação de escudo e lança apontados para frente) Se você manda sua cavalaria com força e de frente pra eles você seguramente perde quase metade dos cavalos na primeira porrada. Ao passo que se você envia os cavaleiros com fome (no modo corrida hehe) pela retaguarda dos lanceiros ou de qualquer outra unidade da infantaria, eles simplesmente são atropelados pelos cavalos, e por perderem velocidade no processo os cavaleiros começam a atacar a infantaria (o Realismo é a tal ponto que se voce quiser retirar a cavalaria e fazer ondas de ataque você pode)

Outro exemplo de realismo, vi numa batalha onde eu possuía 3 tropas de lanceiros mercenários (atiradores de lança ao invés de falange ou hoplitas) em que pude observar a alternância das tropas, uma estava na frente da outra, quando a que estava na frente lançava suas lanças ela imediatamente recuava enquanto a que estava atrás avançava para fazer seu disparo, e continuavam alternando ate acabarem as lanças e partirem pro combate corpo a corpo.

Quanto aos arqueiros, não podem ficar muito a frente e nem muito atras do exercito, se possível devem ficar mesclados com a linha de frente pois se arqueiros inimigos tentarem atacar a linha de frente (eles possuem um alcance violentíssimo, se você não souber formar a linha de frente você perde todos pros arqueiros, e se mandar cavalaria encima dos arqueiros os FDP esconde atrás da linha de frente inimiga que geralmente são lanceiros) os seus arqueiros poderão revidar.

Já falei até de mais do jogo, agora, o que pra mim foi a maior prova de realismo foi durante a Siege (invasão) de uma cidade. Ao bloquear a cidade mostra o quanto de comida a cidade tem (isso e definido em quantos turnos vai demora para ocupar a cidade sem ataque) ou ainda você  dependendo apenas da quantidade e tipos de tropas você pode fazer armas de cerco, como arietes ou torres de cerco, ou ainda escadas para invadir as muralhas.

Ao fazer as torres de cerco eu experimentei uma das maiores provas de realismo. O pelotão empurrando a torre até a muralha e morrendo no caminho devido aos arqueiros. Ao chegarem eles começaram a entrar na torre (ela tem uma parte totalmente visível que é a parte de trás enquanto a da frente eh feita pela parede de madeira) e dava pra ver perfeitamente os soldados subindo com os escudos virados pra cima (como forma de defesa do que viesse de cima) e subindo as escadinhas até chegarem no topo e invadirem a muralha. (nesse pedaço eu morri na muralha, perdi eles mas eu fiquei durante uns 40 seg contemplando a cena)

Teve também o acidente que eu desconhecia com os arietes (a primeira invasão que fiz morreram alguns pros arqueiros mas consegui arrombar o portão. Já na segunda haviam arqueiros com flechas em chamas) ae não deu outra, o ariete entrou em chamas rapidim e a tropa abandonou ele antes de chegarem ao portão. Mas o ideal pra invasão eh você produzir onagros e onagros pesados e levá-los pras invasões pois derrubam os portões de longe, se os portões caírem tomar a cidade se torna até fácil até se chegar na praça principal onde a verdadeira batalha rola. Se matar todos na praça principal ou tê-la sobre controle por pouco mais de 2 min, você domina a cidade.

Segue o vídeo com uma cinemática que mostra todo o realismo do combate de uma invasão, todos os movimentos executados existem, nada foi criado pro video ficar bonitinho não, apenas foi feito os cortes para mostrar as melhores cenas.

E, se assim como eu você não gostou do gráfico, tome-le esse mod gráfico.

Torqueas o Espirito da morte

Hoje vou falar sobre mais uma Bizarrice, Creepypasta ou qualquer outra coisa.

Hoje o “Personagem” apresentado é um espirito que aparece quando pessoas estão para morrer, um “shinigami” da vida.

Há relatos de diversas pessoas que afirmaram ter visto Torqueas.

Há relatos de que sejam uma mulher em que não da para ver seus olhos, pois é dito sair um forte brilho deles. Há outros de que seja um homem com aparencia comum, ou pouco mais musculoso do que as pessoas comuns e moreno.

Reza a lenda que o espirito passa nas portas das pessoas, e quando essas abrem, o espirito passa a persegui-las causando pequenos acidentes aumentando gradualmente eventuamente matando a vitima.

Há mais casos alem dos casos mais comuns que se poder ver na internet sobre esse espírito.

Reza a lenda que, beeem antes de eu nascer um parente muito próximo estava dormindo com uma arma debaixo do travesseiro. Durante a madrugada enquanto os pais desse “fulano” dormiam, ele ouviu alguem mecher na maçaneta da porta do quarto. Mechia e como se a porta estivesse trancada, tentando abrir insistentemente por um curto periodo de tempo e de repente parava. E assim se sucedeu por 3x. Quando finalmente o Fulano pegou a arma debaixo do travesseiro e rondou toda a casa procurando por alguem que estivesse feito aquilo. Não achando ninguem, o Fulano voltou a dormir. Na manha seguinte, no café da manha o fulano disse aos pais:

– Alguem morreu. Ontem alguma coisa veio me avisar que alguem morreu.

No horário do almoço do mesmo dia, é recebido um telefonema de parentes de outra cidade. Um parentes proximo a fulano, no grau de tio ou primo de 1st grau havia morrido naquele dia.

Outro caso que tive conhecimento é da mãe de um conhecido. (obviamente não citarei nomes a fim de preservar a etica dos envolvidos)

É de conhecimento que a mãe desse conhecido é espírita e que vê nitidamente espiritos, conversa com alguns as vezes e que vê, por vezes, vultos.

Certa noite, ela acordou vendo uma sombra no armario que estava levemente iluminado pela lua cheia.

Ao olhar pela janela pressentindo algo errado, ela viu o maior numero de vultos até então, todos eles pareciam estar cobertos da cabeça aos pés por um manto negro com a cabeça coberta por um capuz integrado ao manto.

Eles andavam em alta velocidade, como se estivessem flutuando em direção a uma casa em específico. Por ser tantos, ela ficou preocupada com os filhos que dormiam no quarto ao lado do seu, até que finalmente tudo acabou.

Na semana seguinte descobriu, que o vizinho que morava naquela casa, havia morrido justo no dia em que apareceu os vultos, chegando a conclusão que, o que quer que tenha feito o vizinho enquanto vivo, o lugar para o qual ele foi, não é dos melhores.

Espero que tenham gostado, ambos os casos apresentados são de pessoas que conheço e são relatos “reais” (é dificil separar os fatos das lendas nesses casos, mas como foi em rodinha de conversa exatamente sobre esse tipo de experiencia…)

Até a proxima Bizarrice galera.

Episódio banido de Chaves #3

E finalmente a mais aguardada parte do conto do episodio banido do Chaves.

Uma panorâmica pelo cenário mostra as escadas vazias, em seguida o centro do pátio, onde está desenhado um grande pentagrama vermelho; e em seguida Chiquinha sentada à porta de sua casa, abraçando os joelhos. Seus pulsos estão enfaixados e as bandagens sujas de algo que parece ser sangue.

Então começa a ventar no pátio. Ouvimos um estrondo, é a porta da frente se abrindo. Corta para um reaction shot de Chiquinha: seus olhos estão arregalados, sua boca entreaberta, uma expressão de puro horror. Ouvimos o som de algo pegajoso. Nunca é possível ver claramente quem ou o que entrou no pátio, mas breves planos de no máximo um segundo, mostram uma figura magra, enrolada num pano branco, deixando atrás de si um rastro de uma substância pegajosa, aparentemente negra.

A figura aproxima-se. Novo reaction shot de Chiquinha: agora ela sorri. A partir daí os depoimentos novamente entram em contradição. Há quem afirme que a fita só apresentava estática a partir desse momento. Outros afirmam que não, mas não souberam dizer o que acontecia depois. Outros preferiram não dizer nada.

O que é certo é que o episódio teve péssima recepção junto aos executivos da Televisa e que Carlos Villagrán deixou o programa em seguida. Supostamente, uma cópia do episódio existe no acervo de um argentino, mas, procurado para este trabalho, ele negou veemente possuí-la e pediu para não ter o nome divulgado.

Diz-se que Bolaños pretendia desdobrar os acontecimentos desse episódio ao longo daquela temporada de Chaves. Não se sabe exatamente o que ele tinha em mente, mas funcionários da Televisa que tiveram acesso a fragmentos do conteúdo, por meio de anotações que Bolaños fazia em seus cadernos; ou mesmo em conversas com o próprio, dizem se tratar-se de um material absolutamente sombrio e perturbador obviamente inadequado para um humorístico infantil.

O que seria tudo isso? Dona Clotilde teria dito a Chiquinha como fazer um ritual, e o homem “empanado” seria o Senhor Madruga ressucitado?

Deixem suas conclusoes e opniões nos comentarios =D

Episodio Banido de Chaves #2

Segue-se um Dialogo entre Seu Barriga e Professor Girafales.

– Que tragédia horrível tivemos aqui, Senhor Barriga.

– É verdade Professor. Eu devia ter previsto que isso aconteceria.

– Qual foi a causa da morte?

– Seu madruga foi boxeador na juventude. Os socos que ele levava causaram um afundamento no crânio. O tapa que Dona Florinda deu hoje causou um traumatismo bem nessa região. Ele teve uma hemorragia cerebral e não resistiu.

– Uma tragédia horrível!

-Sim

– Quem cuidará dos preparativos do funeral?

– Eu cuido de tudo Professor. Não se preocupe. O senhor vai ficar com as crianças?

– Sim, naturalmente.

Seu Barriga deixa a vila. Professor Girafales entra na casa de Dona Florinda. Chiquinha e Chaves continuam sentados na escada. Agora, pararam de chorar, apenas olham fixamente para o vazio.

Dona clotilde vai em direção as crianças. Ela usa uma roupa diferente do que costumamos ver, uma espécie de roupão preto com varios símbolos bordados em vermelho e roxo.

Nesse momento os depoimentos são contraditórios. Há quem afirme que Dona Clotilde traz um livro semelhante a Bíblia. Outros dizem que a fita falha quando ela aparece e só volta ao normal num momento mais avançado do episódio. Uma fonte descreve que Dona Clotilde vai até a escada e conversa, aos cochichos com Chiquinha.

O que é consenso é o conteudo que vem na sequencia. O pátio da vila está vazio. A iluminação está mais tênue do que a sequencia anterior, provavelmente sugerindo a noite estar mais avançada.

Continuação (pesada =D) na próxima publicação.