# Dissertando com Forseti # Assassins Creed BH, RV e III

As aaaarmas soldados da armada nerd, hoje, como o titulo diz, vou dissertar sobre os jogos restantes da franquia que eu disse que estava baixando e que prometia muito. Também vou usar o novo formato de dissertação que havia dito no post anterior pra melhorar a leitura da galera pois estava ficando GIGANTESCO os  reviews. Vamos lá.

Em notas de 0 a 10

Jogabilidade:

BH (8.0) RV (9.5) III (10)

Em ACBH, o motivo da nota ser essa é por causa dos roubos. A Ubi mesclou os botoes de andar rápido (não é correr) e roubo, toda vez que se topava com um cidadão nesse modo acabava roubando-o o que aumentava o nível de procurado acidentalmente. Em ACRV, com a implementação da lamina oculta de gancho aumentou significativamente a quantidade de movimentos em combates e escaladas incluindo até mesmo um modo de tirolesa entre telhados. Em ACIII a quantidade de movimentos se tornou absurda, no que diz a escalada, até onde joguei diminuiu drasticamente em relação a BH e RV. Mas os combates… Mesmo o Sr Armada, difícil de se convencer a jogar algum jogo que eu gosto (ele sabe que é verdade) ao ver uma palinha de 40 segundos de combate se surpreendeu com o realismo in game.

Gráficos:

BH (9.0) RV (10) III (10)

Bom, na questão gráfica, tomei a liberdade de inserir as roupas de época ao quesito, bem como a arquitetura das cidades pois o gráfico em si não teve grandes alterações.

Em ACBH, as roupas não mudaram muito em relação ao ACII, embora as armaduras parecem melhor elaboradas, detalhadas e tudo mais, a arquitetura pouco mudou e as vestes civis quase não sofreram alterações.

Em ACRV surpreendeu no que diz ao quesito abordado acima. Toda a arquitetura, extremamente condizente e realista (imagino eu) à Constantinopla no ano de 1511 (ou Istambul), bem como as vestes dos assassinos e dos guardas (esta sim, os janízaros com suas máscaras negras e os chapéus com uma estrutura semelhante a chifres, encontrar um na rua e ser atacado era problema, foda matar) e os saris, desde os mais simples da plebe, aos mais elaborados, coloridos e adornados dos burgueses. Alem disso, o gráfico no que diz respeito ao rosto dos personagens, melhorou drasticamente. Primeiro tirou aquela cara lisa feiosa do Desmond do Ezio. Segundo, que chega o peso da idade para o nosso querido Ezio, as rugas, os poros, a barba, extremamente realistas.

Em ACIII, a arquitetura não é tão surpreendente, afinal, já é um tempo mais recente, numa cultura mais popular, pra ser exato, 1754, Boston, então, as casas são bem parecidas com aquelas casinhas americanas dos filmes da globo (é pra acabar) com sótão e aquela coisa afrescalhada toda. Porém as roupas, são extremamente condizentes, desde os casacas vermelhas (guarda britânica) e os penteados e tudo mais. Além é claro, do gráfico “fino”, no que diz respeito ao rosto dos personagens, maior detalhamento das barbas (maior quantidade de pelos ao invés de um borrão) além do aprofundamento no que diz respeito aos traços herdados de seus antecedentes históricos, como Haytham Kenway (O Templário do ACIII) ter um traço extremamente condizente com sua origem Britânica(rosto quadrado, queixo largo, nariz maior, lábio fino, voz mais grave, a beira da falha ou rouquidão)

Som

ACBH (x) ACRV (7.0) ACIII (8.0)

No que diz respeito ao som de ACRV, o som da lamina oculta com gancho é bem realista, os sons de combates também, mas o que peca, como nos outros jogos, é uma trilha sonora consistente, a musica é geralmente baixa e só se torna alta o suficiente para percebê-la durante combates e sincronizações em torres.

Em ACIII, não recebe nota maior pelo mesmo fato, porém, em combate a musica fica ótima (mas até agora eu percebi que é só uma) e o barulho dos tiros poderia ser mais grave (não sei porque, mas até hoje, o melhor barulho de tiro de mosquete e canhão que eu ouvi foi em AoE III)

Sistema:

ACBH (10) ACRV (10) ACIII (9.5)

Em ACBH, aconteceu exatamente o que eu queria que acontecesse, foi melhor explorado o sistema de gerenciamento de vila, mas dessa vez na proporção de uma cidade inteira (Roma), embora sejam as mesmas lojas, o fato do numero delas ter aumentado consideravelmente já tá valendo. Conta também com um sistema de assassinos primitivo (em relaçao a ACRV), onde é possível upa-los e equipá-los de certa forma.

Em ACRV mudou a loja de artes para uma livraria, o sistema de uso da lamina oculta com gancho permitiu uma gama enorme em escaladas e assassinatos, como atrasar um guarda tampando-o no chão (até se levantar você pode ir atacando outros) e em esquinas de casas onde há algum lampião (aqueles que ao segurar você faz a curva) foi possível dar-lhe uma “ganchada” e aumentar consideravelmente seu salto em linha reta (ao invés de fazer a curva). Conta com um sistema de assassinos mais complexos, que podem ir até o nível 15 e protegem, se assim forem designados, os esconderijos dos assassinos alem da possibilidade de dar-lhes capuzes e mascaras (gostaria que o Ezio pudesse usar uma máscara também =/ )

Em ACIII, até onde joguei, o sistema tático (mapa) diminuiu drasticamente, se reduzindo a apenas uma loja (ainda não o joguei o suficiente para saber se há algo a mais para frente), porém, em contrapartida, o sistema de combate aumentou na mesma proporção devido ao fato de ter recriado (perdido desde ACI) a sincronia entre jogador e movimento das personagens como o sistema de defesa modificado (agora segurar o “E” botão padrão de defesa, resulta no desvio do golpe, pressioná-lo no meio do golpe oponente, bloqueia, e ao atacar durante bloqueio, contra-ataca) e o sistema multi-combo onde é possível, se dois guardas atacarem simultaneamente, bloqueando 1 e o contra-atacando imediatamente, mostra a sequencia de movimento para matar ambos.

Edit1: Errata: eu não havia jogado o suficiente para saber que o sistema é bem mais complexo, agora, através de quests secundarias, vc desbloqueia novos estabelecimentos em sua fazenda fazendo com que os artesãos, mineiros, caçadores, lenhadores etc etc etc. possam manufaturar itens mais elaborados e através do sistema de comboio terrestre ou naval, é possível exportá-los a outras regioes, dependendo da mercadoria e do lugar, gera o risco de ataque aos comboios e voce deve protegê-los ou perde todo o lucro

História:

ACBH (10) ACRV(10) ACIII (10)

Em ACBH, conta como o Tio Mário (tio de Ezio Auditore) morre nas mãos de César (filho de Rodrigo de Borgia, o papa do ACII) e a trama por trás da vingança de Ezio que novamente entra pra matar meio mundo antes de César.

Em ACRV, Ezio com idade aproximada de 52 anos vai atrás das chaves da biblioteca de Altair. A medida que vai encontrando as chaves, ele descobre como Altair foi como líder da guilda, seus desafetos, tendo a mulher e o filho sido assassinados pela própria irmandade e finalmente sua vingança aos 82 anos. O abandono da fortaleza de Masyaf devido a invasão mongol e sua triste morte. (pow, aquela morte pro Altair foi foda, mas paguei pau).

Em ACIII, Haytham Kenway o personagem principal do inicio do jogo é um TEMPLÁRIO (li direito? sim, você leu). Numa reviravolta nível supremo, você descobre que Haytam Kenway é um templário, e que é um dos ancestrais de Desmond Miles, e que seu filho, Connor Kenway será o assassino da série ACIII e iniciará uma caçada contra seu próprio pai. No processo, como os templários são de origem britânica nesse jogo, inevitavelmente você se envolve na revolução americana revivendo os momentos épicos da revolução como a Festa do Chá de Boston e o conflito de Lexington que foi o conflito armado em que os colonos começaram a se organizar militarmente (historia nível épico)

Bom, parece que fracassei no que diz respeito a diminuir o tamanho do Dissertando com Forseti, mas é impossível não falar muito nesse game, alem disso, ao menos dividi melhor o tópico no quesitos do jogo.

# Dissertando com Forseti # Assassin’s Creed I e II #

As Aaaaarmas soldados da Armada Nerd.

Bom, como um bom site nerd (ou não) é OBVIO que alguém deve falar sobre jogos, como sou o pioneiro por aqui na armada nerd, creio que esse cargo será incumbido a mim xD.

Além disso creio eu que esse será o titulo dos meus posts relacionados a isso, Dissertando com Forseti e o assunto em questão.

Mas vamos lá.

Hoje falaremos sobre um jogo que virou febre no mundo todo, um fenômeno de audiência (se é que posso usar esse termo para um jogo) e que realmente me surpreendeu em quase todos os quesitos que considero relevantes.

#Jogabilidade#

A jogabilidade de Assassin’s Creed permite uma interação com o cenário NUNCA antes vista. Aos fans da série Prince of Pérsia, meu sincero respeito, mas creio eu que a série não possua uma sincronização gráfica do cenário e a interação com ele tão realista como o do Assassin’s Creed.

Quem ao jogar nunca passou raiva ao tentar subir uma construção por um lado dela e foi obrigado a dar a volta para conseguir subir? ou quando chegou no topo de uma construção levou um golpe e acabou caindo? ou ainda (é infantil mas garanto que todos já fizeram) andaram normalmente com o personagem principal (sem correr ou andar no modo furtivo), todo marrentão e como quem não quer nada enfiou a lamina oculta dentro da costela de alguém?

Bom, todas essas coisas podem ser conferidas na série. Na minha opnião a jogabilidade do Assassin’s Creed 1 era mais “engenhosa” ela requeria mais habilidade, velocidade e sincronia do lado do jogador enquanto que no Assassin’s Creed 2, para aumentar a quantidade de movimentos pré-programados ouve uma certa facilidade como por exemplo o fato de estar pendurado em um prédio logo abaixo de um guarda e com um simples clique o matar e tampá-lo do alto ou ainda ao estar escondido, matar e esconder o corpo do alvo em apenas um clique.

Matar os alvos da história principal de ACI (Assassin’s Creed I) também era mais “complicado” as vezes era necessário limpar a área pra depois conseguir um belo assassinato enquanto no ACII simplesmente poderia matá-lo sem qualquer resistência e apenas depois lidar com os guardas.

Mas foi incrementado diversos elementos que engrandeceram ainda mais o jogo como a lamina oculta dupla que no angulo de visão correto e dependendo da proximidade dos alvos é possível matar 2 ao mesmo tempo. O sistema de dinheiro e diferentes armas e armaduras ao invés de ficar preso em apenas um modelo de arma ou armadura durante todo o jogo e ainda a possibilidade que se passa bem por alto (poderiam ter aprofundado um pouco mais, acho que seria interessante) de gerenciar uma vila e ainda, algo que eu realmente senti falta no ACI e que eu gostei de mais de ter aparecido em ACII, a possibilidade de pegar os corpos, tanto para escondê-los como para distrair outros guardas através de um plano mirabolante.

#Gráficos#

Desde o primeiro jogo eu me surpreendi na questão gráfica. O realismo gráfico proporcionado, em especial ao realismo, intensidade, movimento e todas as outras particularidades da projeção de uma sombra foi a mais interessante experimentada até agora por mim em algum jogo. Quem nunca ficou correndo na mureta de uma muralha e de repente viu a sombra do assassino correndo encima da sombra da mureta da muralha e não contemplou o mínimo desta cena?

Além de todo o realismo dos assassinatos bem como a prova do sangue coletada numa pena branca no ACI, ou ainda as faíscas decorrentes do choque das lâminas, ou ainda o fato do traje de Ezio (personagem principal de ACII) refletir mais por estar molhada ou se sujar se sangue nos braços ao cometer um assassinato com a lamina oculta e uma série de outros elementos que geraram um gráfico bonito, agradável, mas acima de tudo REALISTA. Quem nunca se perguntou ao jogar algum jogo da série o quão as cidades mostradas poderiam ser fiéis no tempo retratado? Quem nunca viu as cidades de Jerusalém, Acre e Damasco e pensou o quanto, no passado, elas poderiam se parecer como no jogo?

#Som#

Os efeitos sonoros do jogo no geral são bons, principalmente em ACI.

A musica que embarga os combates, o som das laminas se chocando, ou quando se choca contra o corpo ou armadura do alvo são extremamente realistas porém, possuem uma variedade muito limitada. Um determinado golpe de espada tem aquele som e terá apenas aquele. As musicas acabam se tornam repetitivas e não possui uma trilha sonora consistente.

Em ACII a trilha sonora é praticamente inexistente. Os lugares em que me marcaram as musicas em ACII foi no momento de sincronia no topo das torres, quando há aquela movimentação panorâmica da câmera. Mesmo em combates não me lembro da música de fundo.

#Efeitos#

Os efeitos são ótimos, se enquadram de certa forma ao quesito gráfico, mas ver o realismo da água, o reflexo na roupa de Ezio, ou as fogueiras a noite (possível ver na missão de Leonardo da Vinci em ACII) bem como o realismo da fuga de carruagem e o uso do morcego voador (esse eu realmente fiquei impressionado, como aquela máquina poderia ser tão perfeita? Se Leonardo chegou a fazê-la, o quão semelhante os movimentos mostrados no jogo poderiam condizer com ela na vida real?)

#História#

Ultimo quesito, e na minha opinião, uma história bem original, onde envolve diferentes eras e todas elas tem um desfecho interessante.

Desmond Miles, é o personagem principal em todos os jogos. Ele, também conhecido como Subject 17 (Cobaia 17) é capturado por uma organização chamada Abstergo no ACI e descobre através de uma maquina capaz de reproduzir memórias gravadas no DNA (Animus), que é descendente de Altair, Membro de uma guilda de assassinos (que realmente existiu no oriente médio naquele tempo e que usavam roupas muito semelhantes a que Altair usou na trama) que viveu no século XII e XIII, cujo o objetivo era matar 9 templários que almejavam os Pedaços do Éden (artefatos com poderes mágicos. É dito que aquele que possuir todos os pedaços obterá o poder para controlar o mundo). Altair mata os 9 Templários até descobrir que Al Mualim, o líder da guilda a qual pertence, é na verdade um dos templários que almejam tal poder e o mata terminando ACI.

Ao sair da maquina Desmond, por ficar muito tempo dentro do Animus começa a adquirir a habilidade dos assassinos, ele aprende a usar a “Visão da Águia” e vê por toda a organização, marcas de sangue criada pelo Subject 16 (Cobaia 16) e descobre que a organização Abstergo, é o nome da instituição formada pelos templários de hoje e, graças as memórias de Desmond, descobriram a localização dos outros Pedaços do Éden e que também é um alvo que deve morrer.

Havia uma assassina infiltrada na Abstergo que consegue tirá-lo de lá e diz que é apenas questão de tempo até que venham atrás dos assassinos e os exterminem.

Agora, Desmond através da experiencia de seus antepassados deve aprender a arte milenar dos assassinos, é então que ele encarna no papel de Ezio Auditore, desde sua ascensão como assassino em ACII até a sua ascensão como líder dos assassinos em ACBH onde ele atacará roma e tentará contra toda a ordem templária da família Borgia e em ACRV em que Ezio, já velho vai pra Constantinopla lutar contra os templários mais uma vez para conseguir as chaves e proteger a biblioteca de Altair, que é dito que nem todo ouro do mundo seria capaz de comprar tais livros.

E finalmente Connor Kenyway em ACIII, um descendente metade Inglês e metade Mohawk (um povo Ameríndio que vivia nos EUA) que se passa na revolução americana e com o próprio Desmond tentando evitar o Apocalipse no ano de 2012.

Eu joguei apenas os 2 primeiros jogos da série, mas ela promete muito. Por isso, aqui estão as screens dos 2 primeiros jogos.

Para aqueles que não estão conseguindo acompanhar as reviews pelo fato de elas estarem MUITO grandes (admito, eu empolgo na bagaça), ja sei uma forma de reduzir drasticamente utilizando os mesmos quesitos e reduzindo a review, então podem espera um conteúdo curto e de qualidade (ou não) na próxima review =D

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