Material que “para” balas está sendo testado para fabricação de coletes.

O grupo de pesquisadores, que inclui ainda uma equipe do MIT, afirmam que com a invenção é possível criar coletes mais fortes e mais leves para os policiais. Da mesma forma, a tecnologia poderia ser utilizada também em veículos blindados.

Em teoria, se alguém atirasse contra um vidro recoberto com uma camada do nanomaterial de poliuretano, o impacto das balas não faria que ele quebrasse ou rachasse, mas sim ficasse deformado. A pesquisa ainda está em estágio inicial, mas as descobertas até então são bastante animadoras.

Via: TechMundo

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É Descoberto o Planeta do Superman

Todo “nerd” que se preze sabe que o Super Homem (personagem da DC Comics) foi enviado à Terra um pouco antes de seu planeta natal, Krypton, explodir. É também parte da sabedoria das histórias em quadrinhos que Krypton orbitava uma estrela vermelha, já que a mudança para a luz da nossa estrela amarela (o sol) é o que supostamente deu ao Super Homem seus poderes incríveis.

Hum? então será que algum planeta do nosso vasto universo poderia ser Krypton? Com tantos por aí, a resposta só pode ser sim. E agora o famoso astrônomo Neil de Grasse Tyson conseguiu encontrá-lo.

Usando raciocínio científico, Tyson procurou por uma estrela vermelha que poderia ter hospedado a casa do herói popular.

Estrelas vermelhas podem escalar de anãs quase sem luz para supergigantes poderosas. Mas, como o astrônomo Phil Plait explica, o tempo de vida de uma supergigante vermelha provavelmente seria muito curto para a avançada civilização kryptoniana emergir.

Já as gigantes vermelhas conhecidas estão muito longe da Terra para se encaixar com a história do Super Homem.

Isso significa que Krypton tem que orbitar uma anã vermelha, que pode ser uma estrela mais velha e mais próxima da Terra.

Juntando cor, tamanho e distância, Tyson escolheu a anã vermelha LHS 2520, que é menor e mais fria do que o nosso sol e fica a cerca de 27 anos-luz de distância na constelação de Corvus, como a provável estrela que abriga Krypton.

E a “descoberta” vai virar até história real do personagem querido.

Na próxima “Action Comics Superman” # 14 (revista em quadrinhos), o Super Homem vai visitar o Planetário Hayden, em Nova Iorque (EUA), para observar o seu sistema estelar natal com a ajuda de Tyson (veja abaixo).

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“Essa é uma grande marca na mitologia do Super Homem, uma vez que demos a ele um lugar no universo. Ao aplicar ciência do mundo real nessa aventura, mudamos para sempre o lugar do Super Homem na história. Agora os fãs podem olhar para o céu à noite e ver de onde ele veio”, explicou o editor da revista, Dan DiDio.

Embora LHS 2520 não seja visível a olho nu da Terra, se você tiver um telescópio e quiser observá-la, é só seguir as coordenadas:

Ascensão reta: 12 horas, 10 minutos, 5,77 segundos
Declinação: -15 graus, 4 minutos, 17,9 segundos
Movimento próprio: 0,76 arco segundos por ano, com 172,94 graus a partir do norte

Um Krypton sem vida

Essa estrela tem cerca de um quarto da massa, um terço do diâmetro, cerca de metade da temperatura e uma luminosidade de apenas 1% de nosso sol.
Apesar de toda a empolgação com o novo “sistema solar” do Super Homem, Phil Plait fez alguns cálculos por conta própria e chegou à conclusão de que a LHS 2520 talvez não seja capaz de oferecer as condições mínimas necessárias para o surgimento de vida em Krypton.

A anã vermelha fica a “apenas” 100 milhões de quilômetros do que seria o planeta natal do super herói, e como é tão fraca e fria, tornaria Krypton bastante gelado, com temperatura média de -170 ºC.

Nessas condições, o oxigênio e o nitrogênio ainda estão em suas formas gasosas (por pouco!), mas é muito abaixo do ponto de congelamento da água. Portanto, Krypton não parece ser o melhor planeta para que a vida surja. De repente foi por isso que o Super Homem vazou de lá.

Via: GameVício

NASA descobre Planeta Aquático próximo à terra

O planeta “55 Cancri e” foi descoberto em 2004, habitando a estrela 55 Cancri com mais quatro outros planetas, sendo que ele é o mais próximo a ela.

55 Cancri e foi o primeiro planeta a ser chamado de “superterra”, uma classe de planetas parecidos com a Terra em algumas características, mas maiores – no caso, ele tem cerca de oito vezes a massa da Terra, e fica a 41 anos-luz de nós, na constelação de Câncer.

Recentemente, o telescópio Spitzer da NASA detectou uma luz emanando do planeta. Os cientistas notaram que a órbita de 55 Cancri e leva apenas 18 horas para dar uma volta completa, e é diferente da órbita da Terra não só pelo comprimento, mas pelo tipo: ele tem uma órbita “fixa”, o que significa que um lado do planeta recebe luz o tempo todo, e o outro fica em escuridão o tempo todo.

Por estar tão próximo de sua estrela, o lado de 55 Cancri e virado para ela (que recebe luz o tempo todo) ferve a cerca de 1.726 graus Celsius. Esse calor provavelmente significa que o planeta não tem atmosfera.

No lado claro, a água é provavelmente existente em um estado supercrítico, no qual é encontrada em bolsões localizados, sempre mutáveis entre os estados líquido e gasoso, coberta com uma espessa camada de vapor. No lado escuro, a água é provavelmente fresca e líquida. Porém, esse lado é, quase certamente, tão gelado quanto o outro é quente.

Todas essas novas informações são consistentes com a teoria anterior de que 55 Cancri e é um “planeta aquático”, com um núcleo rochoso coberto por água (em estados diferentes, coberta por vapor).

Apesar disso, segundo cientistas da NASA, a vida nesse planeta é praticamente impossível – você ia preferir morar no lado superquente ou no superfrio?

Mas dizemos “praticamente” porque pode haver uma esperança.

Entre o lado sempre claro e o lado sempre escuro de 55 Cancri e, pode haver uma região com temperatura e água parecidas com a da Terra, aquecida por correntes do lado quente. Também, se o núcleo do planeta for mesmo rochoso, pode oferecer minerais. Se essa região aquática realmente existir, pode ser habitável ou colonizável.

E a resposta para esse mistério pode aparecer em breve, já que o telescópio da NASA James Webb, equipado com avançados sensores espectrais capazes de analisar composições químicas exatas de planetas como 55 Cancri e, será lançado em 2018. Ele vai sondar as superterras em busca de sinais das necessidades fundamentais da vida, como o carbono. Só nos resta esperar

Via: NASA e Hype Science